Jornada na Vivo

Desculpem fugir tanto do tema “iPod touch” ultimamente, mas este post livro vai servir só para alertar as pessoas que são ou serão usuárias da Vivo.

Cliquem em Leia Mais.
Bom, tudo começou Sábado, quando fui comprar o iPhone 3G em Curitiba. Primeiramente, por que comprei lá? Pois o preço do iPhone 3G que havia na loja da Vivo aqui de Botucatu, ou passaram errado, ou não sei, mas era mais caro. Tá, aproveitei a viagem e comprei lá. Primeiro problema: ao comprar lá, eu teria que comprar também uma linha com DDD de lá, Curitiba. Eu não poderia comprar lá usando minha linha que eu uso aqui. Acho que poderiam integrar melhor isso e tal, mas tudo bem, comprei pois os 2 vendedores (um de cada shopping) afirmaram que ao chegar aqui eu poderia passar o plano para minha linha de cá (um disse que teria que ser uma linha nova, outro disse que poderia ser uma nova mas também minha atual). Tudo bem, parecia simples, comprei.

Hoje fui lá para a loja da Vivo resolver isso. Primeiro o gay rapaz que me atendeu precisou anotar num papel pra entender o que eu queria: simplismente passar o plano que eu adquiri para a linha que eu tinha aqui, não pedi nada do que não havia combinado lá em Curitiba pela Vivo também. Em último caso poderia até ser uma nova linha, o importante era que fosse daqui de Botucatu, afinal, eu não ia ter como pagar 1 ano inteiro de contrato por uma linha que ficará como roaming aqui. Aí senti que ele era mais um daqueles que só sabem vender. Ligou pra lá, ligou pra cá, e falam pra ele que isso não era possível. Aí ele chamou uma loira orelhuda que trabalhava ali também, e ela afirmou que era IMPOSSÍVEL transferir o plano para a linha que eu já tinha aqui, e que TALVEZ pudesse transferir para uma linha nova. Tudo bem, vamos transferir para uma linha nova mesmo, fazer o quê? Tá, só que pra isso o viado moço precisava do auxílio de uma mulher da Vivo de Bauru (uma cidade perto daqui), e a *&%@#$ não atendia o telefone. Conclusão, saí de mãos abanando.

Voltando mais tarde, à pedido do homosexual homem, outra atendente meia boca nos recepcionou, e o boiola cara que me atendeu antes, estava do lado dela, então ele explicou para ela o que eu queria, e logo ela já ia falar também que isso não era possível, que é quando surge o salvador da pátria. Um funcionário ali do meio, que manja (que sorte) entrou na conversa e se dispôs a ajudar. Ele tentou ensinar a moça mas ela fazia cagada atrás de cagada, então ele assumiu o posto (não era função dele). Eis que que a tal migração era tão complicada, que ele ficou 1 hora e 50 minutos resolvendo. Mas não estou reclamando nada do tempo que durou (até porque o banquinho era confortável) mas pela má vontade e despreparo dos outros. Saiu, no fim, até melhor que a encomenda: ele transferiu o plano para meu número que eu sempre usei, então nem precisei trocar de número. Ele fez tudo sem precisar ligar para ninguém, e em nenhum momento falou que não dava, ao contrário dos outros que falaram que isso era impossível e que nenhuma loja da Vivo poderia fazer aquilo. Repetindo: a loira orelhuda disse que era IMPOSSÍVEL transferir o plano para meu número atual, e foi exatamente o que o salvador da pátria fez. Ou seja, era perfeitamente possível.

O que se conclui disso: não há boa comunicação entre as “Vivos” de distintas regiões do país, existem muitos atendentes despreparados, e pior, com má vontade. Os primeiros achavam que o processo seria algo automático, como não havia uma forma automática de fazer isso, achavam que não havia como. Realmente, não tinha forma automática, o que o rapaz fez foi fazer passo a passo na mão tudo que deveria ser feito (era bastante coisa).

No fim tudo saiu certo, só não consegui solicitar o desbloqueio pois eu não estava com a nota fiscal do iPhone, mas amanhã vou lá e faço (e é na hora, não demora 30 dias como me falaram em Curitiba…).

Abraço!

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